A liberdade é o nosso bem mais precioso!

A liberdade é o nosso bem mais precioso!

Nossa tradição comportamental valoriza muito a liberdade individual. Mas nossa estirpe de filosofia oriental nos induz a valorizar também a disciplina.

Como equacionar essas duas formas aparentemente antagônicas?

A conciliação entre ela encontra-se no livro Quando é Preciso Ser Forte, na recomendação: “A liberdade é o nosso bem mais precioso. No caso de ter que confrontá-la com a disciplina, se esta violentar aquela, opte pela liberdade.” …A de afastar-se e seguir o seu caminho.

O postulado da Gestalt nesse aspecto è genial quando ensina: “você não existe para me agradar; eu não existo para lhe agradar. Se, apesar disso, agradarmo-nos mutuamente, poderemos conviver. Se não, seguiremos separados.” Você não acha brilhante?

Trecho adaptado e extraído do livro Método de Boas Maneiras, do autor DeRose.

Aprendendo a definir prioridade – A parábola do sábio e do ladrão

Aprendendo a definir prioridade – A parábola do sábio e do ladrão

Em um distante povoado da Índia Antiga, havia um ladrão e um sábio. O primeiro assombrava as redondezas com seus furtos e surtos de bebedeira; o segundo ensinava técnicas de uma acervo milenar para aqueles que achava que mereciam.

Tanto o sábio quanto o ladrão ganhavam fama no vilarejo e já haviam escutado falar bastante um do outro, até que em um belo dia, o ladrão foi procurar o mestre. Peregrinou durante dias pelas gélidas montanhas dos Himalaias, até encontrar a choupana do velho sábio que atendeu a porta sem surpresa alguma como se já esperasse a visita do dito cujo.

O ladrão, respeitosamente disse ao mestre que havia escutado sobre os poderes das técnicas milenares e queria aprendê-las. O sábio, pensativo, coçou a longa barba branca por alguns instantes e impôs três condições para a transmissão do conhecimento: o aprendiz deveria parar de roubar, beber e mentir.

O ladrão saiu de lá consternado, matutando como iria fazer para resolver aquela complicada equação. No caminho de volta, disse para si mesmo: “Deixar de roubar não posso, afinal, é meu ganha-pão. Beber é meu único momento de lazer…é, vou parar de mentir.”

Naquela mesma noite o ladrão foi fazer um roubo, e não era um qualquer: surrupiaria os tesouros do rei. Vestiu-se adequadamente e dirigiu-se ao palácio, pulou o muro e logo se deparou com o rei, que estava caminhando pelos jardins de sua morada. Um olhou para o outro. O rei logo disparou: “Quem é você?”

E o ladrão que havia feito voto de não mentir, disse com toda a sinceridade interesseira: “Sou um ladrão.”

“E o que é que veio fazer aqui?” – indagou o rei.

“Roubar o tesouro do rei”, respondeu, de bate-pronto. “E você, quem é?”, perguntou o larápio.

O monarca pensou por alguns instantes e lançou: “Eu também sou um ladrão e, por incrível que pareça, estou aqui para o mesmo intento. Por que não fazemos o roubo juntos e o dividimos, visto que já consegui a chave dos cofres do palácio?”

E foram juntos até o local. Ao chegar lá, o rei disse para o malandro esperar, foi até seu próprio cofre, colocou tudo em um saco deixando apenas um diamante para trás.

Entregou tudo ao ladrão e, antes que este fosse embora, perguntou-lhe o nome e o endereço para que pudessem efetuar mais “trabalhos” juntos. Outra vez, o sujeito se lembrou de sua promessa de falar a verdade e respondeu sinceramente ao que o soberano queria.

Assim que o ladrão passou por cima do muro, o rei chamou seus guardas, juntamente com seu secretário. Aos primeiros, entregou a localização do bandido e mandou que o trouxessem de volta. Ao segundo, pediu para que fosse ao cofre e checasse se havia sobrado algo do assalto.

O secretário foi até lá, avistou o único diamante que o rei havia deixado propositadamente, olhou para os lados e, como não havia ninguém por perto, “sequestrou” a joia. Voltando à presença do rei, relatou: “Não sobrou nada, majestade.”

Nesse mesmo instante, chegaram os guardas carregando o ladrão que, fitando o rei, vociferou: “E depois ainda dizem que eu é que sou mentiroso!” O rei sorriu e bradou solenemente: “Conheci as figuras mais poderosas de toda esta terra, negociei com magnatas, joguei com políticos, viajei com empresários. No entanto, apesar de ser um ladrão, você é um dos homens mais sinceros que já conheci em toda a minha vida. Portanto, farei de você meu novo secretário.” Em seguida, olhou para seu ex-secretário e ordenou: “Guardas, prendam-no!”

Passados alguns meses, o ex-ladrão foi encontrar o sábio. Ao encontrá-lo disse: “Estou pronto.” O Mestre o fitou com certo ar de indagação. Então, o rapaz explicou:

– “Como não conseguiria realizar as três mudanças ao mesmo tempo, optei inicialmente por não mentir e isso me fez conseguir um bom emprego, me fazendo desistir de roubar, por não ser mais necessário. Como consequência, conheci outras formas de diversão que não fosse a bebida.”

E o mestre sorriu: “Agora, vamos ao ensinamento da filosofia”.

Você deve estar se perguntado qual é a moral da história.

Creio que sejam várias as conclusões a serem tiradas desta antiga parábola oriental, desde preceitos filosóficos até decisões pessoais. No entanto, quero chamar a atenção para o fato do direcionamento do foco e das energias.

Em muitas situações de nossas vidas, sempre há muito a ser pensado e realizado e frequentemente queremos resolver tudo em um só tempo, sem haver preparação e disponibilidade para tanto.

O resultado é que não se chega a lugar algum – há uma dispersão de objetivos.

A história acima nos ensina a questão da prioridade e da percepção de que uma coisa puxa a outra, nas boas e nas más ações. O que quero dizer é que se deve detectar o ponto que necessita de reparos. Feito isso, ataque-o sem desvio de rota e notará que se obtiver êxito, no final das contas, áreas que talvez você nem imaginasse receberão também melhorias como consequência daquela ação. Tudo é interligado, nada caminha isoladamente.

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Medalha do ÔM cunhada em ouro 18k

medalha-300x297Novo produto! Acaba de chegar uma versão lindíssima da Medalha do ÔM. Cunhada em ouro 18 quilates. Esta Medalha também tem como diferencial a escrita, em Sanskrito. Das informações “Swásthya”, “Yôga” e “Sri DeRose”, outra raridade, pois a elaboração dos produtos atuais já não adota a língua antiga como referência.

O processo de cunhagem e elaboração da Medalha é artesanal e passou pela aprovação direta do Sistematizador DeRose. A edição é limitada, por isso há pouquíssimas unidades disponíveis.

A simbologia da Medalha do ÔM tem como principal referência a conexão com o inconsciente coletivo da nossa linhagem por meio de dois caminhos: a sílaba ÔM, impressa na parte da frente, e o Ashtánga Yantra, símbolo do SwáSthya Yôga, impresso no verso.

A sílaba ÔM é traçada em alfabeto dêvanágari

Este traçado é o mais antigo, mais ancestral, de que se tem notícia. Por esta antiguidade, o ÔM traçado na Medalha utilizada por praticantes da nossa escola, traz consigo uma forte sintonia com uma das maiores e mais poderosas correntes de força, poder e energia da Terra.

O ÔM é o som do Universo, o mais poderoso mantra e símbolo universal do Yôga. Já o Ashtánga Yantra (símbolo do SwáSthya Yôga – o mais antigo e autêntico) remonta às mais arcaicas culturas da Índia e do Planeta. Representa um escudo de proteção lastreado em arquétipos do inconsciente coletivo.

Em nossa egrégora, a utilização da Medalha do ÔM tem mais um significado. Sempre que ela estiver à mostra em um local público, outro praticante poderá reconhecê-lo e ali estabelecer mais um vínculo de amizade, de companheirismo, características tão marcantes em nosso circulo de convivência.

Toda a simbologia e a utilização arquetípica da Medalha do ÔM estão, portanto, preservadas em um material ainda mais duradouro que poderá tornar-se inclusive uma joia de família.

Texto escrito por Fabiula Blum no blog da Unidade Alto da XV

Caso queira adquirir uma basta encomendar: produtos@metododerosemorumbi.org ou com seu instrutor.

Veja mais sobre a medalha em http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/12002

Dia do amigo

O dia do amigo foi idealizado pelo médico argentino Enrique Ernesto Febbraro. Pois nesta mesma data, dia 21 de julho de 1969, o homem chegou à lua.

Em comemoração a este evento, enviou cerca de 4 mil cartas para diversos países em vários idiomas. Com o intuito de instituir o dia do amigo.

Segundo o próprio Febbraro: “a chegada do homem a lua é um feito que demonstra que se o homem se unir com seus semelhantes, não há objetivos impossíveis”.

Aproveitando essa comemoração.

Os alunos do Método DeRose Morumbi podem presentear os seus amigos com 15 dias de prática!

Basta pegar um VIP PASS com seu instrutor.

O Método DeRose é único!

Assista o novo vídeo de divulgação “O Método DeRose é único” gravado em New York.

Instrutor Rafael Ramos.

 

 

O que é o Método DeRose?

A aplicação do Método promove a alta performance profissional e desportiva. Ensinamos uma cultura que contempla o bom relacionamento humano, o aprimoramento do potencial físico, emocional, mental, intuicional e a realização pessoal. O Método DeRose é uma proposta de qualidade de vida e alta performance, que consiste em técnicas e conceitos, recomendáveis para público masculino.

Nossa Aulas

Iniciantes

Aula com duração de 50 minutos, tem o objetivo de preparar o aluno em técnicas respiratórias, técnicas de purificação orgânica, técnicas corporais (equilíbrio, força e flexibilidade) e técnicas de descontração. Confere um aumento da sua qualidade de vida, administração do stress, bem-estar e vitalidade desde a primeira aula.

Intermediários e Avançados

Aula com duração de 55 minutos, promove um reforço da estrutura biológica do praticante com um aumento sensível e imediato de vitalidade. Além dos excelentes efeitos corporais, promove estabilidade emocional e mental que aumenta a performance do praticante em todas as áreas da vida.

Personal Teacher

É a alternativa para o praticante que não dispõe de tempo ou que deseja mais privacidade. É a modalidade ideal para empresários, autoridades, políticos, atores, celebridades, bem como para pessoas que viajam muito. A prática personalizada privilegia as técnicas do nosso Método adaptadas aos objetivos do praticante.  A aula pode ser na sua casa, escritório ou em nossa escola.