Paradigmas: como nascem as nossas convicções? por William Câmara


“Axioma número 1: Não acredite”

  Compreender que tangenciamos a realidade através dos nossos sentidos e que a interpretamos de acordo com nossos condicionamentos, desejos, medos, lembranças e esperanças, nos faz refletir acerca daquilo que podemos considerar como verdade.   N’outras palavras, muito do que para nós se apresenta como certeza insofismável é apenas o reflexo das nossas inclinações, anseios, receios e aspirações.   Conhecer melhor a si mesmo passa então por reconhecer e reconstruir os mecanismos que regem nossos próprios sistemas de crenças.   Se até mesmo a dogmática científica confronta-se com seus paradigmas, revisando-os periodicamente, utilize cada aparente certeza, cada suposta convicção, mesmo aquelas decorrentes das suas próprias experiências, como ferramenta de auto-estudo e de auto-superação.   Onde estão nossos limites?   “Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez”.   Diante das infinitas possibilidades que nos são apresentadas a cada instante, quem pode nos dizer que algo é intrinsecamente impossível?   É certo que a vida em sociedade, o desejo de conviver em harmonia com nossos pares e com o ambiente que permeamos nos faz estabelecer normas e assimilar limitações.   No entanto, quantos desses limites são verdadeiramente necessários? Quantos decorrem da observação de leis naturais de causa e efeito e quantos são simplesmente auto-impostos pelos antolhos que espremem nossa inteligência?   Permita-se mais: expanda seus horizontes, faça suas escolhas, ultrapasse seus próprios limites e os do senso comum! Na clareza instigante da linguagem publicitária: Impossible, is nothing*.  

Artista de si-mesmo

  Se é inegável que os nossos sentidos são capazes de captar apenas parte do que acontece “do lado de fora” e que a interpretação desses acontecimentos é influenciada por filtros pré-existentes que assimilamos, registramos e alimentamos a cada percepção, reconheçamos a importância da nossas predisposições e o poder que temos ao compor nossa existência.   Por isso, a cada inspiração, a cada instante vivido, reconheça o artista de si-mesmo. Amplie a consciência nas suas escolhas, assimile o que lhe proporciona bem-estar, componha sua obra, expresse sua essência!  
* Frase utilizada em campanha publicitária de uma conhecida marca de artigos esportivos.
  Escrito por Ricardo Martins Costa e publicado no Blog do DeRose. Salvador-BA


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