Respiração e alta performance

Respiração e alta performance

Todos seres humanos respiram. Bem ou mal você também respira!

Você consegue ficar alguns dias sem comer, alguns dias sem beber, mas não passa de poucos minutos sem respirar.

Isso já torna a respiração algo bem importante para sua sobrevivência. Mas tenho certeza que você quer algo mais além do que simplesmente sobreviver.

A respiração

Bem feita pode mudar a forma que sentimos ou pensamos. Para comprovar isso basta você se lembrar de alguns momentos extremos. Quando você caminha, a sua respiração deve ser mais intensa do que quando você está parado, se você está num momento de decisão, ela também fica diferente.

Quando seu corpo precisa de mais oxigênio, automaticamente mudamos o padrão de respiração.

Até mesmo uma exigência emocional pode alterar o ritmo respiratório.

Sua respiração pode ficar mais curta ou mais longa, de acordo com o que estiver sentindo, ou do que o ambiente estiver obrigando você a sentir.

Baseado nesse padrão de exigência natural e inteligente do nosso corpo, podemos também fazer o caminho inverso.

A respiração está intimamente ligada ao nosso estado emocional: em situações de pressão o abdômen se contrai e ela se concentra na parte alta do pulmões. Dessa forma absorvemos menos oxigênio, o cansaço aumenta e a irritabilidade também.

Agora faça o teste e sente-se confortavelmente com as costas eretas e ombros descontraídos. Agora inspire lentamente (pelas narinas) expandindo a região abdominal e exale (também pelas narinas) contraindo o abdômen. Execute em torno de 5 ciclos e cheque como estão as sua emoções.

É bem provável que sinta-se mais desperto, mais alegre e mais descontraído. Algo tão simples  faz uma grande diferença na sua produtividade diária.

Quer desenvolver uma alta performance nessa e em outras áreas da sua vida?

Venha nos visitar e conheça o Método DeRose na prática!

 

A liberdade é o nosso bem mais precioso!

A liberdade é o nosso bem mais precioso!

Nossa tradição comportamental valoriza muito a liberdade individual. Mas nossa estirpe de filosofia oriental nos induz a valorizar também a disciplina.

Como equacionar essas duas formas aparentemente antagônicas?

A conciliação entre ela encontra-se no livro Quando é Preciso Ser Forte, na recomendação: “A liberdade é o nosso bem mais precioso. No caso de ter que confrontá-la com a disciplina, se esta violentar aquela, opte pela liberdade.” …A de afastar-se e seguir o seu caminho.

O postulado da Gestalt nesse aspecto è genial quando ensina: “você não existe para me agradar; eu não existo para lhe agradar. Se, apesar disso, agradarmo-nos mutuamente, poderemos conviver. Se não, seguiremos separados.” Você não acha brilhante?

Trecho adaptado e extraído do livro Método de Boas Maneiras, do autor DeRose.

Aprendendo a definir prioridade – A parábola do sábio e do ladrão

Aprendendo a definir prioridade – A parábola do sábio e do ladrão

Em um distante povoado da Índia Antiga, havia um ladrão e um sábio. O primeiro assombrava as redondezas com seus furtos e surtos de bebedeira; o segundo ensinava técnicas de uma acervo milenar para aqueles que achava que mereciam.

Tanto o sábio quanto o ladrão ganhavam fama no vilarejo e já haviam escutado falar bastante um do outro, até que em um belo dia, o ladrão foi procurar o mestre. Peregrinou durante dias pelas gélidas montanhas dos Himalaias, até encontrar a choupana do velho sábio que atendeu a porta sem surpresa alguma como se já esperasse a visita do dito cujo.

O ladrão, respeitosamente disse ao mestre que havia escutado sobre os poderes das técnicas milenares e queria aprendê-las. O sábio, pensativo, coçou a longa barba branca por alguns instantes e impôs três condições para a transmissão do conhecimento: o aprendiz deveria parar de roubar, beber e mentir.

O ladrão saiu de lá consternado, matutando como iria fazer para resolver aquela complicada equação. No caminho de volta, disse para si mesmo: “Deixar de roubar não posso, afinal, é meu ganha-pão. Beber é meu único momento de lazer…é, vou parar de mentir.”

Naquela mesma noite o ladrão foi fazer um roubo, e não era um qualquer: surrupiaria os tesouros do rei. Vestiu-se adequadamente e dirigiu-se ao palácio, pulou o muro e logo se deparou com o rei, que estava caminhando pelos jardins de sua morada. Um olhou para o outro. O rei logo disparou: “Quem é você?”

E o ladrão que havia feito voto de não mentir, disse com toda a sinceridade interesseira: “Sou um ladrão.”

“E o que é que veio fazer aqui?” – indagou o rei.

“Roubar o tesouro do rei”, respondeu, de bate-pronto. “E você, quem é?”, perguntou o larápio.

O monarca pensou por alguns instantes e lançou: “Eu também sou um ladrão e, por incrível que pareça, estou aqui para o mesmo intento. Por que não fazemos o roubo juntos e o dividimos, visto que já consegui a chave dos cofres do palácio?”

E foram juntos até o local. Ao chegar lá, o rei disse para o malandro esperar, foi até seu próprio cofre, colocou tudo em um saco deixando apenas um diamante para trás.

Entregou tudo ao ladrão e, antes que este fosse embora, perguntou-lhe o nome e o endereço para que pudessem efetuar mais “trabalhos” juntos. Outra vez, o sujeito se lembrou de sua promessa de falar a verdade e respondeu sinceramente ao que o soberano queria.

Assim que o ladrão passou por cima do muro, o rei chamou seus guardas, juntamente com seu secretário. Aos primeiros, entregou a localização do bandido e mandou que o trouxessem de volta. Ao segundo, pediu para que fosse ao cofre e checasse se havia sobrado algo do assalto.

O secretário foi até lá, avistou o único diamante que o rei havia deixado propositadamente, olhou para os lados e, como não havia ninguém por perto, “sequestrou” a joia. Voltando à presença do rei, relatou: “Não sobrou nada, majestade.”

Nesse mesmo instante, chegaram os guardas carregando o ladrão que, fitando o rei, vociferou: “E depois ainda dizem que eu é que sou mentiroso!” O rei sorriu e bradou solenemente: “Conheci as figuras mais poderosas de toda esta terra, negociei com magnatas, joguei com políticos, viajei com empresários. No entanto, apesar de ser um ladrão, você é um dos homens mais sinceros que já conheci em toda a minha vida. Portanto, farei de você meu novo secretário.” Em seguida, olhou para seu ex-secretário e ordenou: “Guardas, prendam-no!”

Passados alguns meses, o ex-ladrão foi encontrar o sábio. Ao encontrá-lo disse: “Estou pronto.” O Mestre o fitou com certo ar de indagação. Então, o rapaz explicou:

– “Como não conseguiria realizar as três mudanças ao mesmo tempo, optei inicialmente por não mentir e isso me fez conseguir um bom emprego, me fazendo desistir de roubar, por não ser mais necessário. Como consequência, conheci outras formas de diversão que não fosse a bebida.”

E o mestre sorriu: “Agora, vamos ao ensinamento da filosofia”.

Você deve estar se perguntado qual é a moral da história.

Creio que sejam várias as conclusões a serem tiradas desta antiga parábola oriental, desde preceitos filosóficos até decisões pessoais. No entanto, quero chamar a atenção para o fato do direcionamento do foco e das energias.

Em muitas situações de nossas vidas, sempre há muito a ser pensado e realizado e frequentemente queremos resolver tudo em um só tempo, sem haver preparação e disponibilidade para tanto.

O resultado é que não se chega a lugar algum – há uma dispersão de objetivos.

A história acima nos ensina a questão da prioridade e da percepção de que uma coisa puxa a outra, nas boas e nas más ações. O que quero dizer é que se deve detectar o ponto que necessita de reparos. Feito isso, ataque-o sem desvio de rota e notará que se obtiver êxito, no final das contas, áreas que talvez você nem imaginasse receberão também melhorias como consequência daquela ação. Tudo é interligado, nada caminha isoladamente.

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O poder da mentalização para alta performance no esporte

O poder da mentalização para alta performance no esporte

Atualmente, a área esportiva é uma das que mais documenta a utilização do recurso da mentalização. Pois é adotada pelos técnicos, treinadores, psicólogos e demais profissionais das equipes, cada um com seu método, para garantir a alta performance técnica dos esportistas.

O uso de recursos de mentalização faz parte do trabalho que é realizado com eles durante os treinos, no momento da competição e até depois. Para equalizar estados emocionais provenientes de uma derrota, da euforia da vitória ou resultante de um esforço excessivo.

No artigo “Preparação psicológica de lutadores: mentalização”, publicado na Tatame – A Revista do Lutador, o autor Leandro Paiva descreve que “numa luta de Jiu-jitsu, Submission, Grappling e Vale Tudo, as decisões são tomadas em frações de segundo. E a obsessão seguida de lerdeza de raciocínio pode custar caro ao atleta. Muitas vezes para ganhar um combate, o lutador, além de ser mais técnico e forte, deve ser também mais inteligente. E fazer uso da agilidade mental para descobrir os erros de seu oponente e utilizar isto a seu favor antes do término da luta.”

Alguns atletas campeões de alto nível, como Bibiano Fernandes e Ronaldo Jacaré, na situação que precede alguns treinos e principalmente na competição, costumam imaginar os movimentos que executarão. Repetindo algumas vezes essa representação mental, chegando até em alguns casos a dividi-los em partes, dentro de uma sequência correta tecnicamente.”, descreveu.

Ao finalizar o artigo ele destaca que “a mentalização ou visualização de imagens (Treinamento Mental) não substitui a prática técnica e por si só não garante o sucesso da performance. O treinamento prático, a princípio, é superior ao Treinamento Mental, mas a combinação dos dois conduz a melhores resultados”, concluiu.mentalizacao

Laurent Olivier Abes, que é professor de tênis há 11 anos, sendo licenciado em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestre em Psicologia pela UFSC, membro do Núcleo de Estudos em Tênis de Campo (NETEC) da UFSC e membro do Laboratório de Neurociências do Esporte e Exercício (LANESPE) da UFSC, também defende a utilização do recurso da mentalização.

Segundo ele, no âmbito esportivo, a mentalização vem sendo sistematicamente estudada há apenas duas décadas. No entanto vários atletas famosos já usaram algum tipo de mentalização para melhorar a sua performance. Como exemplos ele cita: Jack Nicklaus (golfe), Jean Claude Killy (esqui), Dwight Stones (salto em altura) e Chris Evert (tênis).

Ele descreve que “há vários fatores que parecem determinar o quanto a mentalização pode melhorar o desempenho e deve-se estar sempre ciente deles. Em primeiro lugar, considera-se a natureza da tarefa, pois atividades envolvendo componentes cognitivos (percepção, tomada de decisão, etc.), se beneficiam mais da mentalização. O segundo aspecto leva em conta o nível de habilidade do indivíduo. Um terceiro ponto importante a ser considerado é a capacidade de mentalização do indivíduo. Isto é, conseguir criar imagens nítidas e ter controle sobre elas”, enumera.

Abes também concorda que a mentalização não substitui a ação, mas a complementa. “A mentalização não deve substituir o treinamento técnico ou físico e, sim, ser acrescentado a eles. Exceto em caso de atletas lesionados ou desgastado demais”, conclui.

No Método DeRose, Escola de Alta Performance e Qualidade de Vida, a mentalização é utilizada como recurso há mais de cinquenta anos e pode auxiliar o trabalho que é realizado pelos esportistas. Uma vez que desenvolve e incentiva a capacidade de mentalizar.

Nas técnicas corporais, respiratórias e de purificação orgânica, por exemplo, a mentalização é responsável por pelo menos 80% dos resultados obtidos pelo praticante. A aula prática é dividida em oito partes e dura em média uma hora. Ou seja, o aluno passa uma hora inteira exercitando a mentalização associada a práticas (ações efetivas). Cada parte da aula é somada a outra complementando a seguinte.

A prática, então, proporciona um aumento inigualável na capacidade de concentração, vitalidade, grande flexibilidade, alongamento e fortalecimento muscular. Trazendo resultados positivos para a coluna vertebral e os sistemas nervoso, endócrino, respiratório, circulatório, etc.

Ainda falando em técnicas corporais do Método DeRose, a mentalização também auxilia os apresentadores das sequências encadeadas. Semelhante ao trabalho feito com atletas e desportistas. O demonstrador procura um local onde possa repassar mentalmente sua sequência, para o lado direito e depois para o esquerdo, encadeando as técnicas e observando todos os detalhes possíveis. Movimento corporal, respiratórios, passagem de uma técnica para outra, estado emocional, interação com o público, etc.

Este exercício também não substitui o treino diário, mas possibilita um aprimoramento sem gerar desgaste físico. Reduzindo seu tempo de aprendizado e maior habilidade na execução propriamente dita. Além disso, ele estará também treinando concentração, tão necessária para atletas de qualquer modalidade.

O Preceptor DeRose propõe uma experiência simples. Mas que comprova a influência da mentalização sobre o nosso organismo. Consiste em sentar-se de forma confortável e colocar as duas mãos uma ao lado da outra sobre uma mesa ou sobre os joelhos. Então, estando as mãos no mesmo nível e em ambiente com a mesma temperatura e demais condições. Leve a atenção para a uma delas somente e procure prestar muita atenção, sem movimentá-la.

Simplesmente feche os olhos e procure percebê-la com muita ênfase e concentração durante aproximadamente cinco minutos. Passado este tempo, ao abrir os olhos verá que esta mão assumiu outra coloração. Podendo até ter uma elevação de temperatura. Este experimento comprova nossa capacidade de gerenciar o próprio corpo e alcançar resultados incríveis com o tempo e um pouco de treino.

Gostou do que leu?

Coloque tudo isso em prática e comece hoje mesmo a praticar o Método DeRose

 Texto escrito pela aluna graduada Fabíula Blum.
Fonte: http://derosealtodaxv.org.br/blog/o-recurso-da-mentalizacao-para-alta-performance-no-esporte-2

Um olhar atento as suas emoções

Um olhar atento as suas emoções

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Sob a ótica das emoções a vida se torna mais bela. A literatura, a música, a pintura, o cinema e todas as manifestações artísticas encontram eco nas aspirações naturais e profundas do ser humano que, ao se aventurar no universo do sentir, ganha um afago n’alma. É o tempero, o aroma, o colorido da existência.

Um sentimento bem conduzido pode impulsionar mudanças substanciais e se tornar uma grandiosa força para alavancar o desenvolvimento pessoal, desencadeando mais plenitude e sucesso, seja ele proveniente de um momento de prazer ou de dor.

O amor, o orgulho, a agressividade, admiração, a ambição, a alegria, a raiva ou até mesmo a tristeza, entre outros sentimentos, podem constituir a primeira pedra de uma grande avalanche interna, onde a evolução provém da quebra de paradigmas. É da esfera dos sentimentos que surge o “momento mágico”, a coragem para assumir riscos e mudar.

Entretanto, para evoluir utilizando o termômetro da emoção, é muito importante não se confundir com ela. O auto estudo constante é essencial para percebermos que não somos aquilo que sentimos, mas que podemos selecionar e educar os sentimentos a fim de galgar a vitória.

Sem esse grau de lucidez, as emoções se tornam poderosas amarras que eclipsam o discernimento e atrasam o processo de desenvolvimento interno fazendo-nos repetir, repetir e repetir um mesmo comportamento.

Um potente meio para testar e fortalecer seu gerenciamento emocional é evitar confrontos e aprimorar-se em todos os relacionamentos interpessoais. Essa forma de conduta é digna das pessoas mais lúcidas, que topam assumir como desafio pessoal a proposta de vivenciar bons relacionamentos.

Algumas dicas para sublimar o emocional:

1- Valorize a integridade e a verdade, conquistar a confiança de sua própria mente é essencial à lucidez;

2- Tudo passa. Desfrute de uma emoção, boa ou ruim, sem se deixar iludir, cegar ou abalar por ela;

3- Não reaja com crueza aos sentimentos. Pare, respire, pense, elabore antes de agir. Só assim conseguirá se libertar dos grilhões dos condicionamentos;

4- Alimente seu emocional e intelecto com boa cultura, arte e beleza;

5- Evite o confronto. Preserve com todas as suas forças os bons relacionamentos, com todas as pessoas, em todas as situações;

6- Prefira falar de ideias e não de pessoas;

7- Se o coração palpitar e tiver aquela certeza interna, confie;

8- Sensibilidade e força não são conceitos antagônicos. Seja forte, mas sem perder a ternura.

por Fernanda Monteforte.

http://fernandamonteforte.blogspot.com/

 

Treinamento para atletas

Treinamento para atletas

Alta performance atletas - corrida - Método DeRose MorumbiMétodo DeRose promove treinamento de alta performance personalizado para atletas.

Nomes como o do atleta campeão de UFC, Lyoto Machida; o campeão de Jiu-Jitsu, Antônio Antonioli; e o nadador olímpico, Henrique Rodrigues estão entre os que incorporaram a técnica preconizada pela instituição e destacam ganhos de autocontrole e concentração.

Com a proposta de promover o máximo potencial do atleta aliado à qualidade de vida e a um treinamento não recorrente, o Método DeRose vem angariando esportistas que buscam a prática de alta performance.

As aulas de alta performance objetivam emergir nos praticantes a resistência emocional como diferencial, o uso da mente para suas conquistas, o aprimoramento físico para ampliar a resistência.

Aliadas a essa ferramenta, o Método DeRose também disponibiliza outras técnicas que ajudarão o atleta a atingir tais objetivos, como a reeducação respiratória, a administração do estresse, os procedimentos orgânicos que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade.

Bem como os exercícios para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.

Por meio do treinamento respiratório busca promover nos praticantes a administração das emoções e a ampliação da capacidade pulmonar. Já ao desenvolver o treinamento físico, estimula a força e a flexibilidade, o dinamismo e a vitalidade, além da consciência corporal.

Por meio de exercícios de descontração, promove a descontração muscular profunda e a reprogramação emocional. No tocante as práticas de concentração, a ideia é desenvolver o foco, despertar as intuições e emergir a atitude interna de um campeão.

Entre os atletas que praticam a alta performance com o Método DeRose estão o campeão de UFC, Lyoto Machida; ; lutador de boxe, jiu-jitsu e MMA, Israel Silva e o surfista havaiano de ondas gigantes, Jamie Sterling.

“Percebo ganhos com autocontrole e concentração, indispensáveis para alcançar bons resultados”, declara Henrique Rodrigues. Enquanto Antônio Antonioli destaca que não se imagina trabalhando sem aplicar as técnicas e os conceitos do Método DeRose.

Artigo publicado no site: sportsmag.com.br