Tudo tem seu momento mágico

Tudo tem seu momento mágico

“Tudo na vida tem o seu momento mágico. Se você deixar passar, provavelmente não o fará mais. Por isso, quando viam alguém pensativo, os antigos costumavam dizer: “quem pensa não casa”.

E não casa mesmo.

Portanto, quando surgir aquele amor da sua vida, não pense duas vezes. Entregue-se de corpo e alma. Há a possibilidade de dar-se mal? Claro que sim. Mas também há a possibilidade tornar-se a pessoa mais feliz do mundo.

Você jamais saberá se não for a fundo. Tem gente que vive na defensiva para que ninguém parta o seu coração. Talvez consiga o seu intento de blindar-se. Por outro lado, não conseguirá viver os momentos tão intensos de felicidade, somente obteníveis pelo arrebatamento, auto-entrega e confiança recíproca.

Isso é verdade com relação a todas as coisas. Se você pensar muito, não abandona o empreguinho medíocre para vir a tornar-se senhor do seu próprio nariz. Se não pensar demais, não sentirá o medo que paralisa.

Agindo no momento certo terá a coragem de jogar tudo para o alto, arriscar tudo e mudar de profissão. Depois que der o passo decisivo e trocar de carreira, estará tão envolvido com o projeto que não haverá outro jeito senão vencer: os navios terão sido queimados na retaguarda e não haverá como retroceder. É assim que se vence.

Se aproveitar o momento mágico, você muda a sua vida. Se não, jamais mudará. Mas, atenção: isso não quer dizer agir por impulso, ou tomar atitudes irracionais. Quer dizer apenas que quando uma verdadeira oportunidade se aproximar, você deve saber agarrá-la antes que passe. As pessoas bem sucedidas e as pessoas mais felizes são as que sabem aproveitar uma oportunidade”. – DeRose

Do livro não publicado:  Coisas que a vida me ensinou – DeRose

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O incenso

O incenso não é um artefato místico e sim um recurso natural que nos auxilia a atingir certos fins, variáveis conforme os perfumes e demais elementos constituintes das ervas, resina etc., cujas meléculas se desprendem com a queima e evolam, permitindo imediata absorção pela membrana pituitária.

Os perfumes influenciam o emocional, a mente e até o corpo, e a reposta é imediata, tão rápida quanto uma injeção na veia.

Por exemplo:

  •  Se você sente um cheiro nauseabundo, o seu estômago embrulha na hora;
  • Se você sente um um perfume sensual, as glândulas sexuais começam a segregar hormônios imediatamente;
  • Se você sente uma fragrância devocional, é logo errebatado para estados de consciência que nenhum outro recurso conseguiria desencadear.

Assim, os antigos descobriram que os olores doces eram ótimos para se usar nos mosteiros, pois reduzem o apetite e predispõem ao jejum. Chegaram também à conclusão de que a inalação dos aromas ou dos vapores de certas ervas tinhas influência positiva numa série de enfermidades. Quem ignora o efeito do eucalipto no combate às gripes? E quem contestaria o efeito das inalações feitas com ervas, como é o caso da eficaz buchinha-do-norte contra sinusites?

Tudo começou quando passaram a queimar ervas e resinas em locais fechados para manter o ambiente agradável e notaram a ocorrência de efeitos nas pessoas que inalavam suas exalações, variáveis conforme o produto usado. A partir daí, foi só uma questão de tempo para catalogar os resultados. Desde então, passaram-se 5000 anos.

Hoje o incenso tem três aplicações distintas. A primeira é a de perfumar. A segunda, são os efeitos sobre as pessoas que o aspiram. A terceira, é a purificação de ambientes. Um bom incenso deve ter tudo isso.

É interessante observar que a prórpia palavra perfume provém do latim per fumum, pela fumaça, fazendo referência à forma pela qual se usava o perfume na antiguidade, ou seja, incensando, queimando ervas e resinas aromáticas.

No nosso caso, a principal finalidade de utilizar o incenso, além do prazer olfativo, é estimular os exercícios respiratórios .Você já notou que quando sente um perfume agradável,

  A tendência natural é fazer respirações profundas?

A segunda finalidade é a que deu origem a uma divisão da medicina, denominada osmoterapia, ou, modernamente, aromaterapia. Ela procura proporcionar efeitos medicinais. Não trabalhamos com terapia, logo, essa parte é absorvida sob o aspecto da profilaxia.

A terceira finaliade é a que estuda as consequências do uso de incenso sobre o meio ambiente, no que diz respeito a duas perspectivas. Uma é não poluí-lo, evitando a queima de substâncias prejudiciais à saúde de seres humanos, animais e vegetais, ou à camada de ozônio.

A outra perspectiva dos efeitos sobre o meio ambiente é a que estuda os benefícios obtidos, tais como purificar o ar, reduzir a proliferação de fungos, repelir insetos e até mesmo melhorar a atmosfera psíquica.

Atualmente, estão sendo desenvolvidas pesquisas a fim de comprovar a teoria de que a fumaça do incenso contém elementos que neutralizam os da fumaça do cigarro. De qualquer forma, já é hábito corrente de muitos não-fumantes acender um incenso toda vez que alguém acende um cigarro. Pelo menos, melhora o odor.

Evitando Conflitos

Evitando Conflitos

Texto escrito pelo Prof. Jóris Marengo.

Recebia em Floripa alguns amigos de Porto Alegre. Eles estavam hospedados em uma pousada em Jurerê, praia próxima ao centro da cidade, e volta e meia, nos reuníamos em algum bom restaurante para compartilhar boa comida e ótima conversa.

Um destes encontros foi realizado em uma famosa trattoria, muito bem frequentada pelos ilhéus, ou seja, nativos da Ilha de Santa Catarina. Na hora de eleger o prato, não me fiz de rogado, e ao perceber que um dos convivas titubeava entre tantas opções do cardápio, indiquei o meu prato favorito na casa:

– Fulano, escolha o fettuchine à romana. É uma delícia – comentei, sorrindo.

Meu amigo me agradeceu e solicitou ao garçom a opção por mim indicada.

Uma vez, elegidos pratos e bebidas, o atendente retirou-se e passamos a conversar. Passaram-se uns vinte minutos e voltou o nosso garçom com as mãos cheias de bandejas, aromas, nhoques, talharins e outras iguarias, distribuindo-as pela grande mesa, com mais de dez pessoas.

Todos serviram-se e iniciaram a comer. Fiquei alguns minutos entretido em degustar o meu fettuchine à romana, com seu molho vermelho, azeitonas negras, alcaparras, alho etc, quando notei que o meu amigo, que havia acatado minha sugestão pelo mesmo item do cardápio, colocara uma pequena colherada da comida no seu prato, e depois pousara os talheres à mesa, continuando a conversar, mas já sem comer.

– Fulano, não gostas de molhos fortes? – indaguei.

– Detesto, Jojó – respondeu-me ele, com um olhar que expressava  decepção e uma leve irritação.

Fiquei muito envergonhado. Na ansia de compartilhar algo que eu considerava bom, nem sequer tentei investigar qual os gostos por comida do meu querido amigo. Na hora de pagar a conta, fiz questão de acertar a parte do meu parceiro de mesa.

Mas, apesar do meu constrangimento, aprendi uma valiosa lição, que mudou, para sempre, a qualidade das minhas relações interpessoais.

A partir deste evento, todas as vezes em que emito minha opinião, seja em uma conversa informal, uma palestra, curso ou entrevista, passei a utilizar, no início da minha fala, uma frase que diminuiu muito os conflitos e as situações embaraçosas.

– No meu ponto de vista,…. – e, a seguir, discorro sobre o assunto. Mas, não satisfeito, ao final, volto a alertar:

– Esta é a minha opinião.

E é mesmo!

É sempre, somente a opinião, o ponto de vista que cada um de nós tem da realidade que nos cerca. Seja um amigo, um político, o cônjuge ou, principalmente, o jornalista, todos nós, sofremos uma distorção ao ouvirmos, lermos ou vermos qualquer coisa. E quem escreveu, por exemplo, também!

Portanto, com amigos e, principalmente,  desconhecidos, esta estratégia reduz bastante as discussões acaloradas, sejam em debates públicos, cursos ou conversas, evitando um ambiente desconfortável só porque alguém tem uma opinião diferente da nossa. Em verdade, todos tem, e o bacana é conseguir com que levemos as opiniões discrepantes à uma troca de visões de mundo que nos acrescente, porém sem conflitos.

Vendem-se cravos

Vendem-se cravos

Certo dia, um comprador viu a placa na porta de uma loja: “ Vendem-se cravos ”. Como estava pre­cisando de uns condimentos, entrou.

Pediu ao proprietário:

– Quero duzentos gramas de cravos, por favor.

Ao que o lojista respondeu:

– Desculpe, cavalheiro. Não trabalhamos com esse produto.

Para não perder a viagem, o freguês tentou adquirir outra especiaria:

– Então, dê-me duzentos gramas de orégano.

O vendedor informou:

– Sinto muito, meu senhor. Não trabalhamos com temperos.

O consumidor, indignado, contrapôs:

– Mas o senhor colocou um luminoso lá fora dizendo que vende cravos!

E o dono da loja, sem perder a elegância, esclareceu:

– Exatamente. Vendemos cravos, os nobres instrumentos renascentistas, predecessores dos pia­nos. Acho que não é o que o senhor está procurando.

Essa história acontecia todos os dias nas escolas credenciadas pelo nosso Método. Muitos candi­datos pensavam tratar-se de academia, ou de terapia, ou de alguma outra amenidade. No entanto, o que nós oferecemos é uma Cultura, uma proposta de reeducação comportamental, um estilo de vida.

Por isso, em todas as nossas escolas, em diversos países da Europa, os diretores optaram por utilizar somente Método DeRose e revelam-se bem satisfeitos.

Hoje, nas escolas que utilizam o letreiro Método DeRose, ninguém mais entra equivocado procu­rando por cravos da Índia. Não ocorre mais o constrangimento de termos de esclarecer que não trabalhamos com aquilo que o interessado veio buscar. No Brasil, as escolas que passarem pelo crivo do controle de qualidade começarão a rece­ber outorga de certificação para adotar o Método.

Texto extraído do Blog do DeRose.

Sacralizada insatisfação

Sacralizada insatisfação

Texto escrito pelo professor Jóris Marengo.

Contraditórios, criativos, apaixonados, desesperados, egoístas, poéticos, arrogantes, impiedosos, delirantes, amorosos e principalmente confusos, assim somos nós, a espécie humana.

Transformamo-nos quase deuses, mas alguma coisa não funciona. Não conseguimos desfrutar da felicidade.

Buscamos incessantemente por esta: na promoção e reconhecimento profissional, no status social, no paixão, na fé, nos músculos bem delineados da nossa juventude, numa mesa farta, num conhaque envelhecido, nos paraísos artificiais, no futuro assegurado para os nossos filhos, no bilhete da loteria.

Mas mesmo que conquistemos todas estas coisas, ainda não estaremos felizes. Pois agora sofreremos para manter todas estas conquistas. E mesmo que consigamos assegurá-las, ainda não estaremos felizes, pois vamos morrer um dia e perderemos tudo isso que conquistamos.

Estes questionamentos não são novos. Caminham com a humanidade desde que a espécie humana se diferenciou das outras por adquirir consciência (segundo o Dicionário Aurélio: atributo altamente desenvolvido no ser humano e que consiste na faculdade de estabelecer julgamentos morais dos atos realizados, conhecimento imediato de sua própria atividade psíquica).

Pois é esta consciência de si, toda a nossa glória e o nosso jugo. Nenhum cachorro ou gato, ou macaco sofre por antecedência, como nós o fazemos diante da morte.

Ou ainda tem consciência que um dia morrerá. Nenhuma outra espécie sofre por remorso ao matar. Ou diante da fêmea no cio, escolherá não copular.

Os outros seres não têm poder de escolha, de julgamento, de certo ou errado. Nenhum júri de hienas irá condenar um leão à prisão perpétua pela morte de um gnú.

Sofremos porque, num acidente biológico, nossa espécie adquiriu consciência. Podemos mesmo dizer que somos uma aberração da natureza.

Padecemos porque já não podemos manifestar toda a nossa instintividade animal sem culpa, e embora vislumbremos todo o potencial de uma consciência plenamente clarificada e desenvolvida, esta mesma instintividade não nos permite atingir os níveis mais sutis e refinados desta mesma consciência.

Através do tempo, alguns entre os milhares da nossa espécie, determinaram-se a tentar descobrir um mapa que os levasse desta condição conflitiva original para uma outra de compreensão e liberdade.

Neste processo, perceberam a existência de um instrumento largamente utilizado por nós, que mais nos diferencia das outras espécies, e que é o principal responsável pela condição humana: a mente.

Apesar de deificada por muitos, que visam desenvolvê-la, na verdade a mente é apenas um dos atributos da consciência, e utilizada por nós principalmente para nos comunicarmos verbalmente, além de adicionar dados, já que a memória é um dos subprodutos da mente, assim como o raciocínio.

Compulsiva, a mente por seu tráfego incessante e ruidoso não nos permite ver além dela da mesma forma que não podemos ver a areia do mar sob nossos pés quando as águas estão muito mexidas devido aos ventos.

Este fluxo aparentemente incontrolável de desejos, pensamentos, lembranças, ambições está sempre aí, dia após dia, mês após mês, ano após ano.

Neste processo de mapeamento, os antigos, além de encontrar na mente ruidosa um obstáculo e um véu para o acesso às manifestações mais sutis da consciência, descobriram um outro fato interessante: a mente só trafega em dois tempos, o passado e o futuro, não estando de nenhuma forma vinculadas a único tempo real: o presente.

Daí começaram a procurar técnicas que possibilitasse a parada dos pensamentos e encontraram a meditação.

Saiba mais em BlogdoJojo.com

Hoje é dia do professor!

Hoje é dia do professor!

É com muita alegria e satisfação que comemoramos o dia daqueles que transmitem o conhecimento. Seja ele de música, arquitetura, filosofia, matemática, etc.

A todos os professores, paladinos do saber, fica aqui a nossa homenagem. Em especial ao patrono da Nossa Cultura: Professor DeRose.

 

O que é o Método DeRose?

A aplicação do Método promove a alta performance profissional e desportiva. Ensinamos uma cultura que contempla o bom relacionamento humano, o aprimoramento do potencial físico, emocional, mental, intuicional e a realização pessoal. O Método DeRose é uma proposta de qualidade de vida e alta performance, que consiste em técnicas e conceitos, recomendáveis para público masculino.

Nossa Aulas

Iniciantes

Aula com duração de 50 minutos, tem o objetivo de preparar o aluno em técnicas respiratórias, técnicas de purificação orgânica, técnicas corporais (equilíbrio, força e flexibilidade) e técnicas de descontração. Confere um aumento da sua qualidade de vida, administração do stress, bem-estar e vitalidade desde a primeira aula.

Intermediários e Avançados

Aula com duração de 55 minutos, promove um reforço da estrutura biológica do praticante com um aumento sensível e imediato de vitalidade. Além dos excelentes efeitos corporais, promove estabilidade emocional e mental que aumenta a performance do praticante em todas as áreas da vida.

Personal Teacher

É a alternativa para o praticante que não dispõe de tempo ou que deseja mais privacidade. É a modalidade ideal para empresários, autoridades, políticos, atores, celebridades, bem como para pessoas que viajam muito. A prática personalizada privilegia as técnicas do nosso Método adaptadas aos objetivos do praticante.  A aula pode ser na sua casa, escritório ou em nossa escola.

Life Coach

Um programa de treinamento cuidadosamente desenvolvido para atingir suas metas e manter um estilo de vida de saudável. Inclui aulas práticas e um programa de desenvolvimento pessoal usando conceitos de boas maneiras, boa qualidade de vida, boa forma, boas relações humanas, boa alimentação, etc. A aula pode ser na sua casa, escritório ou em nossa escola.