DeRose Method no Parque Burle Marx

DeRose Method no Parque Burle Marx

Desde 2013 ministramos todos os meses uma aula aberta do DeRose Method ao público no Parque Burle Marx. Para quem ainda não conhece é uma oportunidade imperdível de travar contato com uma prática forte e dinâmica, que envolve técnicas de respiração, técnicas corporais que desenvolvem força, flexibilidade e o tônus muscular.

Traga uma toalha, canga ou EVA.
Programação para 2016:
(As aulas acontecem sempre no quarto domingo de cada mês.)
24 de janeiro
28 de fevereiro
27 de março
24 de abril
22 de maio
26 de junho
24 de julho
28 de agosto
25 de setembro
23 de outubro
27 de novembro

O que é o Método DeRose?

A aplicação do Método promove a alta performance profissional e desportiva. Ensinamos uma cultura que contempla o bom relacionamento humano, o aprimoramento do potencial físico, emocional, mental, intuicionais e a realização pessoal. O Método DeRose é uma proposta de qualidade de vida e alta performance, que consiste em técnicas e conceitos, recomendáveis para público masculino.

Iniciantes

Aula com duração de 50 minutos, tem o objetivo de preparar o aluno em técnicas respiratórias, técnicas de purificação orgânica, técnicas corporais (equilíbrio, força e flexibilidade) e técnicas de descontração. Confere um aumento da sua qualidade de vida, administração do stress, bem-estar e vitalidade desde a primeira aula.

 

Esperamos você!
Abraços,
Equipe DeRose Method Morumbi
Respiração e alta performance

Respiração e alta performance

Todos seres humanos respiram. Bem ou mal você também respira!

Você consegue ficar alguns dias sem comer, alguns dias sem beber, mas não passa de poucos minutos sem respirar.

Isso já torna a respiração algo bem importante para sua sobrevivência. Mas tenho certeza que você quer algo mais além do que simplesmente sobreviver.

A respiração

Bem feita pode mudar a forma que sentimos ou pensamos. Para comprovar isso basta você se lembrar de alguns momentos extremos. Quando você caminha, a sua respiração deve ser mais intensa do que quando você está parado, se você está num momento de decisão, ela também fica diferente.

Quando seu corpo precisa de mais oxigênio, automaticamente mudamos o padrão de respiração.

Até mesmo uma exigência emocional pode alterar o ritmo respiratório.

Sua respiração pode ficar mais curta ou mais longa, de acordo com o que estiver sentindo, ou do que o ambiente estiver obrigando você a sentir.

Baseado nesse padrão de exigência natural e inteligente do nosso corpo, podemos também fazer o caminho inverso.

A respiração está intimamente ligada ao nosso estado emocional: em situações de pressão o abdômen se contrai e ela se concentra na parte alta do pulmões. Dessa forma absorvemos menos oxigênio, o cansaço aumenta e a irritabilidade também.

Agora faça o teste e sente-se confortavelmente com as costas eretas e ombros descontraídos. Agora inspire lentamente (pelas narinas) expandindo a região abdominal e exale (também pelas narinas) contraindo o abdômen. Execute em torno de 5 ciclos e cheque como estão as sua emoções.

É bem provável que sinta-se mais desperto, mais alegre e mais descontraído. Algo tão simples  faz uma grande diferença na sua produtividade diária.

Quer desenvolver uma alta performance nessa e em outras áreas da sua vida?

Venha nos visitar e conheça o Método DeRose na prática!

 

A liberdade é o nosso bem mais precioso!

A liberdade é o nosso bem mais precioso!

Nossa tradição comportamental valoriza muito a liberdade individual. Mas nossa estirpe de filosofia oriental nos induz a valorizar também a disciplina.

Como equacionar essas duas formas aparentemente antagônicas?

A conciliação entre ela encontra-se no livro Quando é Preciso Ser Forte, na recomendação: “A liberdade é o nosso bem mais precioso. No caso de ter que confrontá-la com a disciplina, se esta violentar aquela, opte pela liberdade.” …A de afastar-se e seguir o seu caminho.

O postulado da Gestalt nesse aspecto è genial quando ensina: “você não existe para me agradar; eu não existo para lhe agradar. Se, apesar disso, agradarmo-nos mutuamente, poderemos conviver. Se não, seguiremos separados.” Você não acha brilhante?

Trecho adaptado e extraído do livro Método de Boas Maneiras, do autor DeRose.

Aprendendo a definir prioridade – A parábola do sábio e do ladrão

Aprendendo a definir prioridade – A parábola do sábio e do ladrão

Em um distante povoado da Índia Antiga, havia um ladrão e um sábio. O primeiro assombrava as redondezas com seus furtos e surtos de bebedeira; o segundo ensinava técnicas de uma acervo milenar para aqueles que achava que mereciam.

Tanto o sábio quanto o ladrão ganhavam fama no vilarejo e já haviam escutado falar bastante um do outro, até que em um belo dia, o ladrão foi procurar o mestre. Peregrinou durante dias pelas gélidas montanhas dos Himalaias, até encontrar a choupana do velho sábio que atendeu a porta sem surpresa alguma como se já esperasse a visita do dito cujo.

O ladrão, respeitosamente disse ao mestre que havia escutado sobre os poderes das técnicas milenares e queria aprendê-las. O sábio, pensativo, coçou a longa barba branca por alguns instantes e impôs três condições para a transmissão do conhecimento: o aprendiz deveria parar de roubar, beber e mentir.

O ladrão saiu de lá consternado, matutando como iria fazer para resolver aquela complicada equação. No caminho de volta, disse para si mesmo: “Deixar de roubar não posso, afinal, é meu ganha-pão. Beber é meu único momento de lazer…é, vou parar de mentir.”

Naquela mesma noite o ladrão foi fazer um roubo, e não era um qualquer: surrupiaria os tesouros do rei. Vestiu-se adequadamente e dirigiu-se ao palácio, pulou o muro e logo se deparou com o rei, que estava caminhando pelos jardins de sua morada. Um olhou para o outro. O rei logo disparou: “Quem é você?”

E o ladrão que havia feito voto de não mentir, disse com toda a sinceridade interesseira: “Sou um ladrão.”

“E o que é que veio fazer aqui?” – indagou o rei.

“Roubar o tesouro do rei”, respondeu, de bate-pronto. “E você, quem é?”, perguntou o larápio.

O monarca pensou por alguns instantes e lançou: “Eu também sou um ladrão e, por incrível que pareça, estou aqui para o mesmo intento. Por que não fazemos o roubo juntos e o dividimos, visto que já consegui a chave dos cofres do palácio?”

E foram juntos até o local. Ao chegar lá, o rei disse para o malandro esperar, foi até seu próprio cofre, colocou tudo em um saco deixando apenas um diamante para trás.

Entregou tudo ao ladrão e, antes que este fosse embora, perguntou-lhe o nome e o endereço para que pudessem efetuar mais “trabalhos” juntos. Outra vez, o sujeito se lembrou de sua promessa de falar a verdade e respondeu sinceramente ao que o soberano queria.

Assim que o ladrão passou por cima do muro, o rei chamou seus guardas, juntamente com seu secretário. Aos primeiros, entregou a localização do bandido e mandou que o trouxessem de volta. Ao segundo, pediu para que fosse ao cofre e checasse se havia sobrado algo do assalto.

O secretário foi até lá, avistou o único diamante que o rei havia deixado propositadamente, olhou para os lados e, como não havia ninguém por perto, “sequestrou” a joia. Voltando à presença do rei, relatou: “Não sobrou nada, majestade.”

Nesse mesmo instante, chegaram os guardas carregando o ladrão que, fitando o rei, vociferou: “E depois ainda dizem que eu é que sou mentiroso!” O rei sorriu e bradou solenemente: “Conheci as figuras mais poderosas de toda esta terra, negociei com magnatas, joguei com políticos, viajei com empresários. No entanto, apesar de ser um ladrão, você é um dos homens mais sinceros que já conheci em toda a minha vida. Portanto, farei de você meu novo secretário.” Em seguida, olhou para seu ex-secretário e ordenou: “Guardas, prendam-no!”

Passados alguns meses, o ex-ladrão foi encontrar o sábio. Ao encontrá-lo disse: “Estou pronto.” O Mestre o fitou com certo ar de indagação. Então, o rapaz explicou:

– “Como não conseguiria realizar as três mudanças ao mesmo tempo, optei inicialmente por não mentir e isso me fez conseguir um bom emprego, me fazendo desistir de roubar, por não ser mais necessário. Como consequência, conheci outras formas de diversão que não fosse a bebida.”

E o mestre sorriu: “Agora, vamos ao ensinamento da filosofia”.

Você deve estar se perguntado qual é a moral da história.

Creio que sejam várias as conclusões a serem tiradas desta antiga parábola oriental, desde preceitos filosóficos até decisões pessoais. No entanto, quero chamar a atenção para o fato do direcionamento do foco e das energias.

Em muitas situações de nossas vidas, sempre há muito a ser pensado e realizado e frequentemente queremos resolver tudo em um só tempo, sem haver preparação e disponibilidade para tanto.

O resultado é que não se chega a lugar algum – há uma dispersão de objetivos.

A história acima nos ensina a questão da prioridade e da percepção de que uma coisa puxa a outra, nas boas e nas más ações. O que quero dizer é que se deve detectar o ponto que necessita de reparos. Feito isso, ataque-o sem desvio de rota e notará que se obtiver êxito, no final das contas, áreas que talvez você nem imaginasse receberão também melhorias como consequência daquela ação. Tudo é interligado, nada caminha isoladamente.

Que tornar a sua vida mais simples?
Aprenda a aplicar os conceitos do DeRose Method no seu dia a dia.
Agende uma entrevista e saiba como:

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O poder da mentalização para alta performance no esporte

O poder da mentalização para alta performance no esporte

Atualmente, a área esportiva é uma das que mais documenta a utilização do recurso da mentalização. Pois é adotada pelos técnicos, treinadores, psicólogos e demais profissionais das equipes, cada um com seu método, para garantir a alta performance técnica dos esportistas.

O uso de recursos de mentalização faz parte do trabalho que é realizado com eles durante os treinos, no momento da competição e até depois. Para equalizar estados emocionais provenientes de uma derrota, da euforia da vitória ou resultante de um esforço excessivo.

No artigo “Preparação psicológica de lutadores: mentalização”, publicado na Tatame – A Revista do Lutador, o autor Leandro Paiva descreve que “numa luta de Jiu-jitsu, Submission, Grappling e Vale Tudo, as decisões são tomadas em frações de segundo. E a obsessão seguida de lerdeza de raciocínio pode custar caro ao atleta. Muitas vezes para ganhar um combate, o lutador, além de ser mais técnico e forte, deve ser também mais inteligente. E fazer uso da agilidade mental para descobrir os erros de seu oponente e utilizar isto a seu favor antes do término da luta.”

Alguns atletas campeões de alto nível, como Bibiano Fernandes e Ronaldo Jacaré, na situação que precede alguns treinos e principalmente na competição, costumam imaginar os movimentos que executarão. Repetindo algumas vezes essa representação mental, chegando até em alguns casos a dividi-los em partes, dentro de uma sequência correta tecnicamente.”, descreveu.

Ao finalizar o artigo ele destaca que “a mentalização ou visualização de imagens (Treinamento Mental) não substitui a prática técnica e por si só não garante o sucesso da performance. O treinamento prático, a princípio, é superior ao Treinamento Mental, mas a combinação dos dois conduz a melhores resultados”, concluiu.mentalizacao

Laurent Olivier Abes, que é professor de tênis há 11 anos, sendo licenciado em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestre em Psicologia pela UFSC, membro do Núcleo de Estudos em Tênis de Campo (NETEC) da UFSC e membro do Laboratório de Neurociências do Esporte e Exercício (LANESPE) da UFSC, também defende a utilização do recurso da mentalização.

Segundo ele, no âmbito esportivo, a mentalização vem sendo sistematicamente estudada há apenas duas décadas. No entanto vários atletas famosos já usaram algum tipo de mentalização para melhorar a sua performance. Como exemplos ele cita: Jack Nicklaus (golfe), Jean Claude Killy (esqui), Dwight Stones (salto em altura) e Chris Evert (tênis).

Ele descreve que “há vários fatores que parecem determinar o quanto a mentalização pode melhorar o desempenho e deve-se estar sempre ciente deles. Em primeiro lugar, considera-se a natureza da tarefa, pois atividades envolvendo componentes cognitivos (percepção, tomada de decisão, etc.), se beneficiam mais da mentalização. O segundo aspecto leva em conta o nível de habilidade do indivíduo. Um terceiro ponto importante a ser considerado é a capacidade de mentalização do indivíduo. Isto é, conseguir criar imagens nítidas e ter controle sobre elas”, enumera.

Abes também concorda que a mentalização não substitui a ação, mas a complementa. “A mentalização não deve substituir o treinamento técnico ou físico e, sim, ser acrescentado a eles. Exceto em caso de atletas lesionados ou desgastado demais”, conclui.

No Método DeRose, Escola de Alta Performance e Qualidade de Vida, a mentalização é utilizada como recurso há mais de cinquenta anos e pode auxiliar o trabalho que é realizado pelos esportistas. Uma vez que desenvolve e incentiva a capacidade de mentalizar.

Nas técnicas corporais, respiratórias e de purificação orgânica, por exemplo, a mentalização é responsável por pelo menos 80% dos resultados obtidos pelo praticante. A aula prática é dividida em oito partes e dura em média uma hora. Ou seja, o aluno passa uma hora inteira exercitando a mentalização associada a práticas (ações efetivas). Cada parte da aula é somada a outra complementando a seguinte.

A prática, então, proporciona um aumento inigualável na capacidade de concentração, vitalidade, grande flexibilidade, alongamento e fortalecimento muscular. Trazendo resultados positivos para a coluna vertebral e os sistemas nervoso, endócrino, respiratório, circulatório, etc.

Ainda falando em técnicas corporais do Método DeRose, a mentalização também auxilia os apresentadores das sequências encadeadas. Semelhante ao trabalho feito com atletas e desportistas. O demonstrador procura um local onde possa repassar mentalmente sua sequência, para o lado direito e depois para o esquerdo, encadeando as técnicas e observando todos os detalhes possíveis. Movimento corporal, respiratórios, passagem de uma técnica para outra, estado emocional, interação com o público, etc.

Este exercício também não substitui o treino diário, mas possibilita um aprimoramento sem gerar desgaste físico. Reduzindo seu tempo de aprendizado e maior habilidade na execução propriamente dita. Além disso, ele estará também treinando concentração, tão necessária para atletas de qualquer modalidade.

O Preceptor DeRose propõe uma experiência simples. Mas que comprova a influência da mentalização sobre o nosso organismo. Consiste em sentar-se de forma confortável e colocar as duas mãos uma ao lado da outra sobre uma mesa ou sobre os joelhos. Então, estando as mãos no mesmo nível e em ambiente com a mesma temperatura e demais condições. Leve a atenção para a uma delas somente e procure prestar muita atenção, sem movimentá-la.

Simplesmente feche os olhos e procure percebê-la com muita ênfase e concentração durante aproximadamente cinco minutos. Passado este tempo, ao abrir os olhos verá que esta mão assumiu outra coloração. Podendo até ter uma elevação de temperatura. Este experimento comprova nossa capacidade de gerenciar o próprio corpo e alcançar resultados incríveis com o tempo e um pouco de treino.

Gostou do que leu?

Coloque tudo isso em prática e comece hoje mesmo a praticar o Método DeRose

 Texto escrito pela aluna graduada Fabíula Blum.
Fonte: http://derosealtodaxv.org.br/blog/o-recurso-da-mentalizacao-para-alta-performance-no-esporte-2

Atualmente, quem não fuma é que é charmoso

Atualmente, quem não fuma é que é charmoso

Dia 31 de maio é o Dia Mundial sem Tabaco, data impensável nos anos 70, quando fumar ainda era uma atitude de classe.

Não por acaso, uma das marcas mais vendidas chamava-se Charm, que contava com garotas- propaganda do quilate de Danuza Leão, Adalgisa Colombo e Ilka Soares, todas mulheres de personalidade, reconhecidas por sua beleza e sofisticação. Mesmo quem não fumava tinha vontade.

Em 20 anos, todo esse glamour virou fumaça. Acender um cigarro passou a ser uma atitude deselegante, que não agrega nada de positivo à imagem daquele que dá suas baforadas.

Outro dia, estava dentro do meu carro, esperando o sinal abrir, quando uma senhora chique, com os cabelos brancos bem cortados, de porte monárquico, começou a atravessar pela faixa. Minha admiração murchou quando reparei que a rainha estava dando suas últimas e aflitivas tragadas antes de entrar em um shopping. Fumar caminhando na rua já é feio, e para completar, a madame jogou a bituca no chão (amém), mas parece que a regra não vale para o cigarro. Largam em qualquer lugar, pisam em cima e vão em frente.

Ninguém mais acha importante ter charme.

A propaganda tabagista saiu do ar, e o charme também – não o cigarro, mas o atributo.  Não jogar lixo na rua é uma questão de educação, sei disso, mas ser educado também é uma atitude charmosa. Ainda mais nos dias atuais, em que a grosseria impera, as pessoas são folgadas, os gestos são espalhafatosos, o tom de voz é alto, a megalomania é indisfarçada, a falta de cerimônia é geral.

Não há mais espaço para a sutileza, para o pedido de licença, para as atitudes suaves, para a discrição. Adeus à vida em slow, a uma presença insinuada e sensual. Agora tudo acontece sob os holofotes, é escancarado, gritado, a atenção é requerida à força.

A distorção de valores chegou a tal ponto, que pessoas discretas são consideradas arrogantes, os modestos são vistos como dissimulados e os que não se rendem a modismos são tachados de esnobes. Ser autêntico – requisito número 1 para se ter charme – virou ofensa. Ou a criatura faz parte do rebanho, ou é um metido a besta.

A cena clássica da mulher fatal segurando uma piteira e a do homem viril com o toco de cigarro no canto da boca ainda povoam o imaginário dos nostálgicos, mas o importante é ter charme, hoje, sem precisar de acessórios.

O modo de mexer no cabelo, uma fala pausada, um olhar direto, um sorriso espontâneo, a segurança de não precisar se valer de estereótipos para agradar – charme.

Bom gosto nas escolhas, saber a hora de sair de cena, fazer as coisas do seu jeito – charme.

Estar confortável no corpo que habita, ter as próprias opiniões, alimentar sua inteligência com livros e pessoas interessantes – charme.

Não se mumificar, não ser tão inflexível, não virar uma caricatura de si mesmo – charme. Que o mantenhamos, sem precisar voltar a fumar.

Texto publicado pela escritora Martha Medeiros, no jornal Zero Hora, de 30 de maio de 2012.